Quinta-feira, Dezembro 21, 2006
Terça-feira, Dezembro 19, 2006
ORAÇÃO DE NATAL 2006
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Domingo, Dezembro 17, 2006
BMW Z4 M Roadster vs. Dodge Viper

Top Gear personality Jeremy Clarkson pits the BMW Z4 M roadster up against a Dodge Viper. Which car comes out on top? Find out after the jump.
Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
Aproveitando o antigo vinil...
Vintage Record Bowls
Made from classic vinyl LPs, these bowls are 100% cool and all one of a kind. For dry goods only (awesome for popcorn). Choose your genre (sorry, we can't honor requests for specific artists). Made in New York.
Price $26.00

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Terça-feira, Dezembro 12, 2006
O grampo da Karina
O grampo da Karina
Santiago P. Fusco
06.12.2006 | Aconteceu o que estava previsto: Karina Bacchi veio, viu e venceu com muitos corpos – literalmente – de vantagem o último troféu Sexo nas Bancas do ano. Nada mais previsível, se considerarmos que Karina é uma mulher tão bonita, tão gostosa, tão bocuda e tão loura que quase, mas quase mesmo, passa dos limites do humanamente verossímil e cai na categoria das bonecas de borracha. Mas o fato de haver uma barbada tão absoluta no páreo não transformou a eleição de dezembro em algo frio e tedioso, de jeito nenhum. A polêmica anda mais quente do que nunca nas páginas da “Playboy” e na redação do NoMínimo. Tudo por causa do piercing de argola que Karina Bacchi tem no clitóris.
Teve coleguinha aqui (vou proteger a identidade) que falou em divisor de águas, em marco cultural, em um mundo repartido entre A.K. e D.K. – antes e depois de Karina. Conservador? Longe disso: a frase e a expressão de escândalo que a acompanhou partiram de um homem moderninho, dono de uma argola na orelha que, pensando bem, lembra bastante a da atriz, embora o entorno não possa ser mais diferente. O que Karina exibe para os leitores da “Playboy” no bonito ensaio assinado por Luis Crispino não se parece em nada com uma orelha, embora seja raspadinho até o último pêlo. É desconcertante mesmo, admito. Será que dói? Não existe algum risco de – meu Deus! – enganchar? Quem o pôs ali? Para quê? Por quê?
Uma resposta possível é cínica. Para quê? Ora, para nos fazer ficar aqui, feito bobos, discutindo o assunto – quer razão melhor? A argolinha seria, assim, nada além de uma versão íntima da melancia no pescoço. Houve até um colega mais cético que lançou o desafio: “O piercing é falso, uma argolinha de pressão. A essa altura ela já tirou e está rindo da nossa cara!”. Será? Quem vai ter a felicidade de confirmar in loco? (Cartas para a redação, por favor.) E desde quando Karina Bacchi precisa disso?
Eu admito que me choco um pouco, mas não muito. Adepto confesso de estilos de depilação menos radicais e apreciador de um bom tufinho, desde que tenha limites bem podados, a raspagem total de Karina Bacchi na “Playboy” já me parece flertar com o mau gosto. Trespassada por um anel de metal, então... Sem radicalismo, porém. A moça tem também um piercing no umbigo e uma tatuagem de borboleta na base das costas, logo acima do bumbum, que caem bem. E, pensando melhor, a foto em que titila seu anelzinho ficou uma graça.
Talvez seja mesmo, no fim das contas, um marco cultural. Um daqueles fatos diante dos quais todos temos que tomar posição, rever conceitos, encarar o futuro. Vocês eu não sei. Eu decidi que encaro.
A “Playboy” caprichou tanto para fechar o ano com o pé direito que até a “superedição de verão” que lançou há duas semanas, quebrando a periodicidade mensal, também ficou bem bacana. O ensaio de capa com Ana Paula Leme e Carol Sica, eleitas num concurso “as sereias do SuperSurf”, foge do rotineiro por não abusar do clima lesbian chic que costuma prevalecer quando duas mulheres nuas se juntam diante de um fotógrafo barbado. Nas melhores fotos, a saúde bronzeada e a simpatia das meninas dão vontade de cantar: “Vem chegando o verão...”. E por falar em pele dourada, a grande surpresa da revista fica por conta da alemã Kristin Lehmann no ensaio estrangeiro. Kristin, olhos de aquário, é uma mulher espantosamente apetitosa, do tipo que se poderia encontrar no litoral de Santa Catarina. E continua a música: “Essa noite eu quero te ter...”.
Sim, é verão, mas isso não deve fechar nossos olhos para a velha sedução da pele pálida. Como, por exemplo, a que exibe Stephany Brito no ensaio sensual (ou seja, sem nudez para valer) da “VIP”. Stephany, para o leitor esquecido, era uma criança na telinha até outro dia mesmo. Já está com 19 anos, informa a revista, mas não parece. A atriz continua com cara de menina, o que, combinado ao corpo de adolescente, a torna simplesmente perfeita para o papel de lolita em que a escalaram. Ensaios nabokovianos têm se tornado o maior lugar-comum das bancas nos últimos tempos, mas quase nunca vão além da forçação de barra. Mês passado, a “Playboy” andou incorrendo nesse pecado. Pois bem: Stephany, com seu batom borrado, é uma lolita perfeita. Convém não perder.
O ensaio sensual da “UM” também está respeitável. Naquela linha “sofisticada” que a revista aprecia, a chiquérrima modelo Isabella Fiorentino desnuda seu metro e meio de pernas com enorme classe. Uma espécie de contraponto perfeito para o que apresenta a “Sexy” nas fotos de Vanessa Guerrão, “a dançarina do Latino”: com luz quente, botinhas, garrafa de Coca-Cola nos lábios, a morenaça de coxas grossas e olhar mercantil namora a vulgaridade com gula notável. É só escolher o que mais lhe apetece, leitor, e ir à luta. Ano que vem tem mais.
fonte: nominimo
Santiago P. Fusco
06.12.2006 | Aconteceu o que estava previsto: Karina Bacchi veio, viu e venceu com muitos corpos – literalmente – de vantagem o último troféu Sexo nas Bancas do ano. Nada mais previsível, se considerarmos que Karina é uma mulher tão bonita, tão gostosa, tão bocuda e tão loura que quase, mas quase mesmo, passa dos limites do humanamente verossímil e cai na categoria das bonecas de borracha. Mas o fato de haver uma barbada tão absoluta no páreo não transformou a eleição de dezembro em algo frio e tedioso, de jeito nenhum. A polêmica anda mais quente do que nunca nas páginas da “Playboy” e na redação do NoMínimo. Tudo por causa do piercing de argola que Karina Bacchi tem no clitóris.
Teve coleguinha aqui (vou proteger a identidade) que falou em divisor de águas, em marco cultural, em um mundo repartido entre A.K. e D.K. – antes e depois de Karina. Conservador? Longe disso: a frase e a expressão de escândalo que a acompanhou partiram de um homem moderninho, dono de uma argola na orelha que, pensando bem, lembra bastante a da atriz, embora o entorno não possa ser mais diferente. O que Karina exibe para os leitores da “Playboy” no bonito ensaio assinado por Luis Crispino não se parece em nada com uma orelha, embora seja raspadinho até o último pêlo. É desconcertante mesmo, admito. Será que dói? Não existe algum risco de – meu Deus! – enganchar? Quem o pôs ali? Para quê? Por quê?
Uma resposta possível é cínica. Para quê? Ora, para nos fazer ficar aqui, feito bobos, discutindo o assunto – quer razão melhor? A argolinha seria, assim, nada além de uma versão íntima da melancia no pescoço. Houve até um colega mais cético que lançou o desafio: “O piercing é falso, uma argolinha de pressão. A essa altura ela já tirou e está rindo da nossa cara!”. Será? Quem vai ter a felicidade de confirmar in loco? (Cartas para a redação, por favor.) E desde quando Karina Bacchi precisa disso?Eu admito que me choco um pouco, mas não muito. Adepto confesso de estilos de depilação menos radicais e apreciador de um bom tufinho, desde que tenha limites bem podados, a raspagem total de Karina Bacchi na “Playboy” já me parece flertar com o mau gosto. Trespassada por um anel de metal, então... Sem radicalismo, porém. A moça tem também um piercing no umbigo e uma tatuagem de borboleta na base das costas, logo acima do bumbum, que caem bem. E, pensando melhor, a foto em que titila seu anelzinho ficou uma graça.
Talvez seja mesmo, no fim das contas, um marco cultural. Um daqueles fatos diante dos quais todos temos que tomar posição, rever conceitos, encarar o futuro. Vocês eu não sei. Eu decidi que encaro.A “Playboy” caprichou tanto para fechar o ano com o pé direito que até a “superedição de verão” que lançou há duas semanas, quebrando a periodicidade mensal, também ficou bem bacana. O ensaio de capa com Ana Paula Leme e Carol Sica, eleitas num concurso “as sereias do SuperSurf”, foge do rotineiro por não abusar do clima lesbian chic que costuma prevalecer quando duas mulheres nuas se juntam diante de um fotógrafo barbado. Nas melhores fotos, a saúde bronzeada e a simpatia das meninas dão vontade de cantar: “Vem chegando o verão...”. E por falar em pele dourada, a grande surpresa da revista fica por conta da alemã Kristin Lehmann no ensaio estrangeiro. Kristin, olhos de aquário, é uma mulher espantosamente apetitosa, do tipo que se poderia encontrar no litoral de Santa Catarina. E continua a música: “Essa noite eu quero te ter...”.
Sim, é verão, mas isso não deve fechar nossos olhos para a velha sedução da pele pálida. Como, por exemplo, a que exibe Stephany Brito no ensaio sensual (ou seja, sem nudez para valer) da “VIP”. Stephany, para o leitor esquecido, era uma criança na telinha até outro dia mesmo. Já está com 19 anos, informa a revista, mas não parece. A atriz continua com cara de menina, o que, combinado ao corpo de adolescente, a torna simplesmente perfeita para o papel de lolita em que a escalaram. Ensaios nabokovianos têm se tornado o maior lugar-comum das bancas nos últimos tempos, mas quase nunca vão além da forçação de barra. Mês passado, a “Playboy” andou incorrendo nesse pecado. Pois bem: Stephany, com seu batom borrado, é uma lolita perfeita. Convém não perder.
O ensaio sensual da “UM” também está respeitável. Naquela linha “sofisticada” que a revista aprecia, a chiquérrima modelo Isabella Fiorentino desnuda seu metro e meio de pernas com enorme classe. Uma espécie de contraponto perfeito para o que apresenta a “Sexy” nas fotos de Vanessa Guerrão, “a dançarina do Latino”: com luz quente, botinhas, garrafa de Coca-Cola nos lábios, a morenaça de coxas grossas e olhar mercantil namora a vulgaridade com gula notável. É só escolher o que mais lhe apetece, leitor, e ir à luta. Ano que vem tem mais. fonte: nominimo
Humor em caso de Seguros
Acabei de receber de Portugal
Também há lugar para humor nos Seguros ....
Estas são algumas das participações de Acidentes Automóveis. Descrição de ocorrências nas participações de sinistro do ramo automóvel em 1998, consideradas as mais "caricatas".
1. O falecido apareceu a correr e desapareceu debaixo do meu carro.
(das duas uma: ou era atleta ou mágico!)
2. Para evitar bater de frente no contentor do lixo, atropelei um peão
(o importante é que não acertou no contentor do lixo!!!)
3. O acidente aconteceu quando a porta direita de um carro apareceu de esquina sem fazer sinal.
(autêntico caso de Ficheiros Secretos (Arquivo X))
4. A culpa do acidente não foi de ninguém, mas não teria acontecido se o
outro condutor viesse com atenção.
(desde que a culpa não seja de ninguém...)
5. Aprendi a conduzir sem direcção assistida. Quando girei o volante no meu carro novo, dei comigo na direcção oposta e fora de mão!
(a culpa aqui também não é de ninguém, mas se o tivessem ensinado a conduzir com direcção assistida isso não teria acontecido!!!)
6. O peão bateu-me e foi para baixo do carro.
(malditos peões, só servem para destabilizar....só para chamarem a atenção... malditos arruaceiros!)
7. O peão não sabia para onde ia, então eu atropelei-o!
(ora lá está! Mais uma vez a tentarem destabilizar! Mas assim ao menos ficou o caso resolvido....hospital com ele!)
8. Vi um velho enrolado, de cara triste, quando ele caiu do tejadilho do meu carro.
(It's raining men...ALELUIA!!!)
9. Eu tinha a certeza que o velho não conseguia chegar ao outro lado da estrada, por isso atropelei-o.
(ora aí está! Tá feita a boa acção do dia)
10. Fui cuspido para fora do carro, quando ele saiu da estrada. Mais tarde fui encontrado numa vala por umas vacas perdidas.
(se as vacas estavam perdidas, ele foi achado ou perdido?!?)
11. Pensei que o meu vidro estava aberto,m as descobri que estava fechado quando pus a cabeça de fora.
(e assim que ele viu as vacas, estas ficaram achadas ou continuaram perdidas?!?)
12. Bati contra um carro parado que vinha em direcção contrária.
(ora aí está uma coisa perigosa! Esses são os piores.... todo o cuidado é pouco quando eles estão parados...sobretudo se vierem em direcção contrária!)
13. Saí do estacionamento, olhei para a cara da minha sogra e caí pela ribanceira abaixo.
(nova campanha da DGV: "Se conduzir,não leve a sogra")
14. O tipo andava aos ziguezagues de um lado para o outro da estrada. Tive que me desviar uma porção de vezes antes de o atropelar.
(mas o importante é que conseguiu! Há que ir sempre tentando e ter orgulho na pontaria!)
15. Já conduzia há 40 anos, quando adormeci ao volante e sofri o acidente. (é perfeitamente natural, então se o senhor conduz há tantos anos deve, com certeza, estar muito cansado!)
16. Um carro invisivel veio de não sei onde, bateu no meu carro e desapareceu.
(Mais um caso para Mulder e Scully.... ou então para os Alcoólicos Anónimos...)
17. O meu carro estava estacionado correctamente, quando foi bater de traseira no outro carro.
(eu bem digo que os parados são os piores.... eles andam aí!!!)
18. De regresso a casa, entrei com o meu carro na casa errada e bati numa árvore que não é minha.
(aqui não restam dúvidas....é caso para os Alcoólicos Anónimos!)
19. A camioneta bateu de traseira no meu pára-brisas, em cheio na cabeça da minha mulher.
(e só não foi na cabeça da sogra graças à nova campanha da DGV senão...)
20. Disse à policia que não me tinha magoado, mas quando tirei o chapéu percebi que tinha fracturado o crânio.
(estava agora a lembrar-me... pertenceria o tal tipo dos ziguezagues aos Alcoólicos Anónimos também???)
Também há lugar para humor nos Seguros ....
Estas são algumas das participações de Acidentes Automóveis. Descrição de ocorrências nas participações de sinistro do ramo automóvel em 1998, consideradas as mais "caricatas".
1. O falecido apareceu a correr e desapareceu debaixo do meu carro.
(das duas uma: ou era atleta ou mágico!)
2. Para evitar bater de frente no contentor do lixo, atropelei um peão
(o importante é que não acertou no contentor do lixo!!!)
3. O acidente aconteceu quando a porta direita de um carro apareceu de esquina sem fazer sinal.
(autêntico caso de Ficheiros Secretos (Arquivo X))
4. A culpa do acidente não foi de ninguém, mas não teria acontecido se o
outro condutor viesse com atenção.
(desde que a culpa não seja de ninguém...)
5. Aprendi a conduzir sem direcção assistida. Quando girei o volante no meu carro novo, dei comigo na direcção oposta e fora de mão!
(a culpa aqui também não é de ninguém, mas se o tivessem ensinado a conduzir com direcção assistida isso não teria acontecido!!!)
6. O peão bateu-me e foi para baixo do carro.
(malditos peões, só servem para destabilizar....só para chamarem a atenção... malditos arruaceiros!)
7. O peão não sabia para onde ia, então eu atropelei-o!
(ora lá está! Mais uma vez a tentarem destabilizar! Mas assim ao menos ficou o caso resolvido....hospital com ele!)
8. Vi um velho enrolado, de cara triste, quando ele caiu do tejadilho do meu carro.
(It's raining men...ALELUIA!!!)
9. Eu tinha a certeza que o velho não conseguia chegar ao outro lado da estrada, por isso atropelei-o.
(ora aí está! Tá feita a boa acção do dia)
10. Fui cuspido para fora do carro, quando ele saiu da estrada. Mais tarde fui encontrado numa vala por umas vacas perdidas.
(se as vacas estavam perdidas, ele foi achado ou perdido?!?)
11. Pensei que o meu vidro estava aberto,m as descobri que estava fechado quando pus a cabeça de fora.
(e assim que ele viu as vacas, estas ficaram achadas ou continuaram perdidas?!?)
12. Bati contra um carro parado que vinha em direcção contrária.
(ora aí está uma coisa perigosa! Esses são os piores.... todo o cuidado é pouco quando eles estão parados...sobretudo se vierem em direcção contrária!)
13. Saí do estacionamento, olhei para a cara da minha sogra e caí pela ribanceira abaixo.
(nova campanha da DGV: "Se conduzir,não leve a sogra")
14. O tipo andava aos ziguezagues de um lado para o outro da estrada. Tive que me desviar uma porção de vezes antes de o atropelar.
(mas o importante é que conseguiu! Há que ir sempre tentando e ter orgulho na pontaria!)
15. Já conduzia há 40 anos, quando adormeci ao volante e sofri o acidente. (é perfeitamente natural, então se o senhor conduz há tantos anos deve, com certeza, estar muito cansado!)
16. Um carro invisivel veio de não sei onde, bateu no meu carro e desapareceu.
(Mais um caso para Mulder e Scully.... ou então para os Alcoólicos Anónimos...)
17. O meu carro estava estacionado correctamente, quando foi bater de traseira no outro carro.
(eu bem digo que os parados são os piores.... eles andam aí!!!)
18. De regresso a casa, entrei com o meu carro na casa errada e bati numa árvore que não é minha.
(aqui não restam dúvidas....é caso para os Alcoólicos Anónimos!)
19. A camioneta bateu de traseira no meu pára-brisas, em cheio na cabeça da minha mulher.
(e só não foi na cabeça da sogra graças à nova campanha da DGV senão...)
20. Disse à policia que não me tinha magoado, mas quando tirei o chapéu percebi que tinha fracturado o crânio.
(estava agora a lembrar-me... pertenceria o tal tipo dos ziguezagues aos Alcoólicos Anónimos também???)
Bom e Mau de TI em 2006
As sacadas de 2006

O ano foi pródigo em sacadas ultra interessantes. Algumas nem são criação de 2006, mas pegaram para valer ao longo do ano. Veja quais são as 10 mais, na minha opinião:
1- Vídeos em Flash
2- Chips multicore
3- Serviços de escritório online
4- TVs full HD
5- Triple-play em banda larga
6- Notebooks com displays externos
7- Kits sem fio para o Skype
8- Receivers com upscaling para HDMI
9 – Controle sensível a movimentos do Wii
10 – O sensacional Macmini
As mancadas de 2006

2006 foi um ano estimulante no mundo high tech, mas não faltaram mancadas. Aliás, nunca faltam. Veja as 10 mais, na minha opinião:
1- Os rootkits contra cópias nos CDs da Sony
2- A espionagem de executivos e jornalistas pela HP
3- Os plug-ins duros de desinstalar dos bancos brasileiros
4- O finado PC popular da AMD e da Telefônica
5- O projeto de controle da internet do senador Eduardo Azeredo
6- O vazamento das informações dos clientes americanos da AOL
7- O ataque às TVs do Wii
8- O fracasso da tecnologia brasileira nas eleições do Equador
9 – A rasteira da Oracle na Red Hat
10 – A lengalenga dos leilões do WiMAX
Fonte: Blog da Sandra Carvalho

O ano foi pródigo em sacadas ultra interessantes. Algumas nem são criação de 2006, mas pegaram para valer ao longo do ano. Veja quais são as 10 mais, na minha opinião:
1- Vídeos em Flash
2- Chips multicore
3- Serviços de escritório online
4- TVs full HD
5- Triple-play em banda larga
6- Notebooks com displays externos
7- Kits sem fio para o Skype
8- Receivers com upscaling para HDMI
9 – Controle sensível a movimentos do Wii
10 – O sensacional Macmini
As mancadas de 2006
2006 foi um ano estimulante no mundo high tech, mas não faltaram mancadas. Aliás, nunca faltam. Veja as 10 mais, na minha opinião:
1- Os rootkits contra cópias nos CDs da Sony
2- A espionagem de executivos e jornalistas pela HP
3- Os plug-ins duros de desinstalar dos bancos brasileiros
4- O finado PC popular da AMD e da Telefônica
5- O projeto de controle da internet do senador Eduardo Azeredo
6- O vazamento das informações dos clientes americanos da AOL
7- O ataque às TVs do Wii
8- O fracasso da tecnologia brasileira nas eleições do Equador
9 – A rasteira da Oracle na Red Hat
10 – A lengalenga dos leilões do WiMAX
Fonte: Blog da Sandra Carvalho
Sexta-feira, Dezembro 01, 2006
A JUSTIÇA FALHA, NUNCA TARDA
Somente um beócio de carteirinha e tudo, pode propagar, como se bela e verdadeira fosse, umas palavras tão absurdas e totalmente desprovidas de sentido como as que compõem a sentença tão utilizada como recurso para desculpar o total descaso do nosso Poder Judiciário.
Eis a frase."A justiça tarda, mas não falha".
É necessário ser uma azêmola para aceitar e ainda difundir tal idéia.
Mas, vez em quando, diria até que com certa freqüência, a lemos ou escutamos nas matérias policiais da nossa imprensa ou proferidas por algum político ansioso por mostrar a eficácia de um poder inoperante.
E o pior é que o povão concorda.
Aplaude mesmo, na verdade.
Desculpo, no entanto, a ignorância ou a ingenuidade da grande maioria dos cidadãos desse país, mas não consigo ser complacente com repórteres que, acredita-se, tiveram uma formação superior adequada e que possuem o poder de influenciar diretamente a grande massa, transmitindo-lhes idéias e conceitos totalmente desavergonhados e prejudiciais.
"A justiça tarda, mas não falha".
Uma das maiores imbecilidades dos tempos modernos, eu diria.
Espero com profunda força de sentimentos o banimento de tal sentença.
Digo mais.
Anseio que qualquer funcionário público, com seus salários pagos em dia pelos contribuintes, ao emitir tal pornofonia, possa inclusive ser imediatamente detido para responder a um inquérito que poderá sentenciá-lo.
Porque isso é vergonhoso, meu caro amigo.
A justiça não pode tardar.
Que valor pode haver numa justiça que chega quando muitas vezes uma das partes interessadas já até faleceu, tal é a demora?
Como pode um cidadão, que de alguma forma sofreu prejuízos, tenha que esperar algo em torno de vinte anos para adquirir o ressarcimento?
Nem na Idade Média acontecia tal barbaridade.
É preciso haver uma maior consciência.
É preciso cobrar, como patrões que somos desses inescrupulosos servidores públicos, que honrem seus salários.
Salários esses extremamente altos para a qualidade dos serviços que prestam.
Refiro-me aos que estão infiltrados indignamente em nosso poder judiciário, através de cargos políticos. Totalmente incapazes ou até maliciosamente interessados em não oferecer recursos para uma melhor atuação de nossos magistrados.
É preciso rejeitar e condenar de todas as formas possíveis esse vulgar, brutal, humilhante, leviano e imoral pensamento "tarda, mas não falha", que nos procuram incutir como se fosse um axioma e que só serve para disfarçar a ineficiência, estupidez e desonestidade dos que o propagam.
É preciso mudá-lo, caro leitor.
A sentença verdadeira é outra.
E lhe convoco a usá-la a partir de hoje.
A JUSTIÇA FALHA QUANDO TARDA.
Sim, porque essa é a verdade.
A JUSTIÇA FALHA QUANDO TARDA.
Mais uma vez, meu amigo internauta, para ficar impregnado no seu íntimo com a mesma profundidade que devem possuir seus sentimentos mais nobres.
A JUSTIÇA FALHA QUANDO TARDA.
Nunca. Nunca mais repita ou aceite a sentença anterior.
Fonte: Sombras Somente
Eis a frase."A justiça tarda, mas não falha".
É necessário ser uma azêmola para aceitar e ainda difundir tal idéia.
Mas, vez em quando, diria até que com certa freqüência, a lemos ou escutamos nas matérias policiais da nossa imprensa ou proferidas por algum político ansioso por mostrar a eficácia de um poder inoperante.
E o pior é que o povão concorda.
Aplaude mesmo, na verdade.
Desculpo, no entanto, a ignorância ou a ingenuidade da grande maioria dos cidadãos desse país, mas não consigo ser complacente com repórteres que, acredita-se, tiveram uma formação superior adequada e que possuem o poder de influenciar diretamente a grande massa, transmitindo-lhes idéias e conceitos totalmente desavergonhados e prejudiciais.
"A justiça tarda, mas não falha".
Uma das maiores imbecilidades dos tempos modernos, eu diria.
Espero com profunda força de sentimentos o banimento de tal sentença.
Digo mais.
Anseio que qualquer funcionário público, com seus salários pagos em dia pelos contribuintes, ao emitir tal pornofonia, possa inclusive ser imediatamente detido para responder a um inquérito que poderá sentenciá-lo.
Porque isso é vergonhoso, meu caro amigo.
A justiça não pode tardar.
Que valor pode haver numa justiça que chega quando muitas vezes uma das partes interessadas já até faleceu, tal é a demora?
Como pode um cidadão, que de alguma forma sofreu prejuízos, tenha que esperar algo em torno de vinte anos para adquirir o ressarcimento?
Nem na Idade Média acontecia tal barbaridade.
É preciso haver uma maior consciência.
É preciso cobrar, como patrões que somos desses inescrupulosos servidores públicos, que honrem seus salários.
Salários esses extremamente altos para a qualidade dos serviços que prestam.
Refiro-me aos que estão infiltrados indignamente em nosso poder judiciário, através de cargos políticos. Totalmente incapazes ou até maliciosamente interessados em não oferecer recursos para uma melhor atuação de nossos magistrados.
É preciso rejeitar e condenar de todas as formas possíveis esse vulgar, brutal, humilhante, leviano e imoral pensamento "tarda, mas não falha", que nos procuram incutir como se fosse um axioma e que só serve para disfarçar a ineficiência, estupidez e desonestidade dos que o propagam.
É preciso mudá-lo, caro leitor.
A sentença verdadeira é outra.
E lhe convoco a usá-la a partir de hoje.
A JUSTIÇA FALHA QUANDO TARDA.
Sim, porque essa é a verdade.
A JUSTIÇA FALHA QUANDO TARDA.
Mais uma vez, meu amigo internauta, para ficar impregnado no seu íntimo com a mesma profundidade que devem possuir seus sentimentos mais nobres.
A JUSTIÇA FALHA QUANDO TARDA.
Nunca. Nunca mais repita ou aceite a sentença anterior.
Fonte: Sombras Somente
Conheça a Zipcar !!
Lançado em 2000, a ZipCar chega a Londres.
O quê é a ZipCar? Uma empresa que você compartilha o uso de carros com outras pessoas quando você precisa de um carro.
Zipcar to debut in London, gets $25m in capital
November 29, 2006
Boston Business
By Chris Reidy, Globe Staff
Zipcar Inc., the Cambridge car-sharing service launched in 2000 with a dozen Volkswagen Beetles, said yesterday that it is making its European debut today in London.
"London is a beachhead for us to think about a pan-European strategy," said chief executive Scott Griffith, who estimated there are about 50 markets "worldwide where our business model can work."
Zipcar currently has 2,500 vehicles in Boston, New York, Chicago, and other US locations, as well as in Toronto.
The company's business model is to provide urbanites with hourly or daily access to a wide variety of conveniently located vehicles, at a variety of rates.
Zipcar also said it has closed a $25 million round of equity funding led by Greylock Partners , a venture capital firm with offices in Waltham. Other participants in the round were Globespan Capital Partners and Benchmark Capital .
"We've reloaded our resources," Griffith said.
According to Zipcar, it makes more sense for many urbanites to belong to what it calls its car-sharing service than to own a car. A new sedan can cost a city dweller $700 a month after additional costs such as insurance, gas, and parking are included, the company says.
Zipcar can also help the environment by reducing the number of vehicles in a city, the company says.
Giving members a variety of choices in selecting vehicles adds to Zipcar's appeal, Griffith said.
London Zipcar members, for example, can choose from among Hondas, Mini Coopers, and BMWs, he said.
O quê é a ZipCar? Uma empresa que você compartilha o uso de carros com outras pessoas quando você precisa de um carro.
Zipcar to debut in London, gets $25m in capital
November 29, 2006
Boston Business
By Chris Reidy, Globe Staff
Zipcar Inc., the Cambridge car-sharing service launched in 2000 with a dozen Volkswagen Beetles, said yesterday that it is making its European debut today in London.
"London is a beachhead for us to think about a pan-European strategy," said chief executive Scott Griffith, who estimated there are about 50 markets "worldwide where our business model can work."
Zipcar currently has 2,500 vehicles in Boston, New York, Chicago, and other US locations, as well as in Toronto.
The company's business model is to provide urbanites with hourly or daily access to a wide variety of conveniently located vehicles, at a variety of rates.
Zipcar also said it has closed a $25 million round of equity funding led by Greylock Partners , a venture capital firm with offices in Waltham. Other participants in the round were Globespan Capital Partners and Benchmark Capital .
"We've reloaded our resources," Griffith said.
According to Zipcar, it makes more sense for many urbanites to belong to what it calls its car-sharing service than to own a car. A new sedan can cost a city dweller $700 a month after additional costs such as insurance, gas, and parking are included, the company says.
Zipcar can also help the environment by reducing the number of vehicles in a city, the company says.
Giving members a variety of choices in selecting vehicles adds to Zipcar's appeal, Griffith said.
London Zipcar members, for example, can choose from among Hondas, Mini Coopers, and BMWs, he said.
Mapas da Guerra
A história do mundo nos livros de história as vezes se resume a história de poucos homens. Nesse web site, a história das guerras é ilustrada cronologicamente em movimento. Em particular, confira a história dos 5 mil anos de conflitos no Oriente Médido contada em apenas 90 segundos. Em Inglês
Cique aqui para conhecer o Maps of War
Cique aqui para conhecer o Maps of War
Que idéia legal!
Que idéia legal!

O estado-da-arte em faturamento é estabelecer um contrato de vendas com o seu Cliente onde todos os meses você fatura o cidadão sem a necessidade de muito "trabalho" de vendas. Exemplo: modelo de vendas de assinaturas de revistas e jornais.
A T-Post sacou o modelo e adotou à venda de camisetas.
É isso mesmo. Você assina a T-Post, e ao invés de receber revistas ou jornais, você recebe uma camiseta diferente a cada seis semanas.
Nesse momento a T-Post tem 1.214 assinantes em 29 países.

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Motorola venderá celular super fino no Brasil
Motorola venderá celular super fino no Brasil
Quarta-feira, 29 de novembro de 2006 - 09h54
Fonte: INFO

SÃO PAULO – A Motorola apresentou esta semana, na Índia, o Motofone, modelo mais fino da fabricante, com 0,9 cm de espessura.
O aparelho, produzido para mercados emergentes, deve chegar ao Brasil na primeira semana de dezembro e tem preço estimado pela fabricante em R$ 129.
A substituição do LCD pelo display plástico, diz a Motorola, permitiu diminuir o consumo de energia, reduzir o peso do telefone e eliminar as fragilidades associadas ao vidro usado no LCD.
Atualmente, o modelo mais barato da Motorola no Brasil é o C115, vendido no varejo a R$ 99 reais.
Quarta-feira, 29 de novembro de 2006 - 09h54
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